Governador oferece até verba para campanha de senador
Em conversa reservada que manteve na semana passada, Jonas Pinheiro revelou a um interlocutor que Maggi lhe fizera uma proposta tentadora. Em troca do voto favorável à CPMF, o governador prometeu-lhe assegurar a vaga de senador em sua coligação, nas eleições de 2010. Comprometeu-se inclusive a prover o financiamento da campanha do senador. Leia Mais
No mesmo dia em que o senador Geraldo Mesquita (PMDB-AC) levou a boca ao trombone para denunciar que o Planalto tentara seduzi-lo com a liberação de emendas orçamentárias, descobre-se que há no Senado uma legião de colegas que, em silêncio, recebem o seu quinhão. Deve-se aos repórteres Silvio Navarro e Adriano Ceolin, da Folha (só assinantes), a revelação de que, só nos primeiros 23 dias de novembro, o governo levou ao balcão das emendas a bagatela de R$ 513,4 milhões. Vai abaixo o texto:
O detalhamento do 'empenho' (compromisso de gastos) das emendas parlamentares do Orçamento aponta ainda que R$ 207 milhões foram liberados só na semana passada, segundo dados do Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União) coletados pelo DEM." Leia Mais
Um dia depois de arrancar de suas próprias bancadas o compromisso de votar unidas contra a CPMF, o PSDB e o DEM planejam para esta quarta-feira (28) uma segunda reunião anti-CPMF. O objetivo dessa vez é atrair os membros de partidos governistas que, por dissidentes, se dispõem a ajudar a enterrar o imposto do cheque. Leia Mais
Fonte: Blog do Josias
Senadores criticam alta carga tributária e gastança do governo
Durante a primeira sessão de discussões no plenário do Senado da PEC 89/07, que prorroga a vigência da CPMF até 2011, senadores do PSDB criticaram a gastança do governo Lula e a resistência do Planalto em reduzir a carga tributária. "Quem é austero não gasta nos palitos, mas prioriza realmente a educação, a saúde e o enfrentamento dos principais problemas do país", criticou o líder Arthur Virgílio (AM).
Fonte: Agência Tucana
PT livra churrasqueiro de Lula de CPI das ONGs
Uma manobra do senador petista Sibá Machado (AC) paralisou ontem o já lento trabalho da CPI das ONGs. Aproveitando-se do baixo quórum, ele articulou para vetar requerimentos de convocação e pedidos de informações sobre pessoas e entidades ligadas ao governo. A operação livrou da convocação, entre outros, Jorge Lorenzetti, ex-churrasqueiro do presidente Lula, um dos envolvidos no escândalo do dossiê Vedoin e um dos dirigentes da ONG Unitrabalho, que até setembro de 2006 recebeu R$ 19 milhões de órgãos públicos. O senador também se opôs a pedido para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) transferisse à CPI informações sobre movimentações de recursos de Lorenzetti “consideradas atípicas”. Suplente da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, Sibá boicotou, ainda, requerimentos à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) sobre ONGs que assistem as populações indígenas. E não permitiu a convocação do responsável pela ONG Urihi, criada para prestar atendimento de saúde aos ianomâmis. Segundo o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a Urihi foi inaugurada “com o único propósito de receber verbas”.
Sombra e Ronan são acusados por desvio de R$ 1,4 mi
O Ministério Público Estadual denunciou ontem à Justiça os empresários Ronan Maria Pinto e Sérgio Gomes da Silva - o Sérgio Sombra - e o banqueiro José Augusto Ferreira dos Santos por crime de tráfico de influência na administração do prefeito Celso Daniel (PT), de Santo André. A trama, segundo a acusação, provocou prejuízo de R$ 1,4 milhão aos cofres municipais - valor que os três denunciados teriam embolsado para influenciar Daniel a liberar pagamento de R$ 6 milhões a uma empresa de coleta de lixo.
Daniel foi seqüestrado e morto em janeiro de 2002. A promotoria sustenta que o prefeito foi eliminado porque teria decidido dar um basta em amplo esquema de corrupção e caixinha que teria sido montado na prefeitura para extorquir empresários dos transportes e limpeza urbana.
Fonte: Estadão
Governo restringirá alta de tarifa bancária
As tarifas bancárias poderão ficar congeladas (sem reajuste) por até um ano. Segundo o diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, o CMN (Conselho Monetário Nacional) fixará, em reunião extraordinária na semana que vem, um período durante o qual os bancos não poderão aumentar as suas tarifas.
Esse prazo, segundo o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, ainda não está fechado, mas a idéia em estudo é que vá de seis meses a um ano. A medida faz parte da proposta que está sendo finalizada pela equipe econômica para regular a cobrança de tarifas bancárias. Elas respondem por parcela cada vez maior das receitas das instituições.
Fonte: Folha de São Paulo




